terça-feira, 6 de outubro de 2009

Limpando a poeira (e teaser de Fable III)




Sei que ultimamente tenho sido negligente com o blog, mas esse período da faculdade tem sido muito cansativo e exigido quase todo o meu tempo. Estou exausto, tanto que vou ficar devendo uma crítica sobre o filme "UP- Altas Aventuras" para quando puder, se der, espero...

Enfim, esse foi um mês bastante inchado de novidades, sobretudo nos quadrinhos, com a Disney comprando a marvel e a DC anunciando uma reorganização nos segmentos de HQ´s e filmes. Mas o que venho trazer aqui é o primeiro teaser do game Fable III, uma das minhas séries favoritas e que conta com um sistema bastante interessante de escolhas: você é completamente livre para fazer o bem ou mal, enfrentando suas consequências. No segundo capitulo da franquia era possivel a adição de filhos e até de um cachorro como animal de estimação, e agora no terceiro você deixa de encarnar um herói/andarilho para ser um Rei (ou rainha), tomando decisões morais por todo o Reino.

Legal, não? Mas sinceramente eu preferia ser um herói e ter a liberdade de poder andar por onde quisesse do que um Rei limitado a sua terra. Mas enfim, vamos esperar mais detalhes:


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Ah, e o jogo ainda poderá ter compatibilidade com o projeto Natal, revolucionário sistema do videogame XBOX360 em que todos os movimentos do jogador são passados para a tela (Uau!)

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Se Beber Não Case


Se Beber não case
, ou The Hangover, no original, para mim foi um filme melhor do que o esperado. Quer dizer, senti interesse após o que li e ao acompanhar o material promocional da película, mas assisti-lo foi uma experiência divertida e imersiva como poucas no cinema, digna de um dos melhores exemplos do estilo “comédia de amigos” desde “American Pie”.

Na trama, após mentirem para suas namoradas e partirem para uma despedida de solteiro que prometia tudo o que tinham direito, um grupo de amigos descobre que perderam um de seus integrantes, justamente o que ia se casar, no dia seguinte. Restando apenas quarenta horas para a cerimônia, eles precisam encontrar o noivo ao mesmo tempo em que se recuperam dos efeitos de uma poderosa ressaca (daí o título original: Hangover, literalmente ressaca em português).

O grupo de amigos (não, o bebê não é o noivo)


Se a sinopse não empolga, dado a similaridade com outras películas neste formato, o roteiro e os atores, principalmente, dão um show de interpretação e humor com personalidade. Mesmo quando se utilizam de idéias já elaboradas em filmes como Quebrando a banca e demais que utilizam Las Vegas e cassinos como pano de fundo, é prematuro e irresponsável dizer que o filme é clichê e/ou bebe da fonte destes, uma vez que atualiza esses conceitos de forma única e que adéqua as piadas a historia, e não o inverso como muitos “Todo mundo em Pânico” por ai.

Falando dos atores, estes parecem ter sidos escolhidos a dedo pelo diretor Todd Phillips (Dias Incríveis), tamanho o entrosamento, com destaques para o insano e infantilizado Alan (Zach Galifianakis) e o hilário mafioso gay vivido por Ken Jeong. Mais um destaque são as informações deixadas pelas entrelinhas, que apenas os mais atentos ou aqueles que procurarem na internet (como eu) irão perceber. Essa foi uma forma inteligente de manter o filme na cabeça do telespectador após a seção, tentando encontrar ligação para os fatos.


Muitas coisas aconteceram nas poucas horas em que o grupo ficou chapado. Essa cena mostrará uma delas.


Se Beber não case realmente merece a alcunha como um dos melhores filmes do ano (mais de duzentos milhões só nos Estados Unidos, valor bem alto para um filme de comédia). Mesmo com uma trama que tende pelo previsível e piadas fáceis, consegue trilhar o caminho oposto, fazer rir e surpreender até com participações especiais inusitadas, como a de um famoso ex-pugilista...

Com uma continuação já engatilhada para o ano de 2011, Se beber não case é garantia de um bom filme de humor equilibrado, que não deixa a peteca cair nem nos momentos escatológicos. E que venha a segunda ressaca!



quinta-feira, 3 de setembro de 2009

PAREM TUDO: Disney compra a Marvel!

Peter ao saber da novidade: "Whata...?"

Ninguém esperava por isso. Um dos maiores conglomerados de todos os tempos, a Disney, adquiriu nessa semana outro grupo de grande renome nos últimos anos, a Marvel! Fãs de todos os cantos do mundo se perguntam como isso irá influenciar os projetos que a segunda estava promovendo, como filmes e a qualidade dos quadrinhos, que deve receber uma pequena, mas significativa, abrandada. Será que podemos esperar bons momentos desse acordo, agora que John Lasseter, Presidente da Pixar, é também o diretor criativo da casa do Mickey? Só o tempo poderá dizer.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Contagem regressiva para Avatar

Nova película do diretor James Cameron (Titanic, Exterminador do Futuro) promete inovar tudo o que já foi feito

Em produção há dez anos, Avatar promete revolucionar a historia do cinema. Não por sua sinopse já batida, que se passa em um futuro alternativo e mostra um veterano de guerra paralítico chamado Jake (Sam Worthington, do ótimo Terminator Salvation) que através de tecnologia, se disfarça como um alienígena em um planeta chamado Pandora para estudar sua cultura e termina se apaixonando pelo lugar, tendo que escolher de que lado irá ficar quando começar uma iminente guerra. Mas por duas novas técnicas desenvolvidas especialmente para esse longa e que são o motivo de sua demora na produção: uma câmera que grava em 3-d com uma captura de imagem muito melhor e um aparelho que recria altomaticamente o visual do filme enquanto se grava, de forma que se possa interagir com esse cenário , inclusive com personagens digitais! Ninguém sabe ao certo como isso é feito, mas é uma proposta impressionante.



Jake e seu Avatar

O primeiro Teaser do filme já está disponível (veja abaixo). Avatar estréia mundialmente em 18 de Dezembro.




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quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Vazio




É horrível quando acontece. Após uma série de eventos que te levam a uma rotina monótona, fica aquela sensação de que algo
falta. Algo que deixei de aproveitar, ou saudade de alguma coisa que já tenha passado. Nostalgia. Alguns desses momentos que vivi, ou não, nem foram/eram tão bons assim, mas me marcaram por algum motivo. E é quando penso sobre eles que analiso sobre minha vida, os caminhos que decidi trilhar, os que evitei para não me machucar ou por uma lição aprendida depois de alguma queda.

Será que estou tomando as decisões certas, conseguindo fazer o que é melhor por mim e pelas pessoas
que amo? Só gostaria de esquecer essa sensação de perda. É duro saber que aqui nada fica, e que um dia perderei tudo que estimo e me faz aquilo que sou, para sempre.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Filmes que prometem: 9


"...você deve proteger o futuro": visual apocalítico e gótico chamam a atenção



Dois meses atrás, se alguém dissesse que eu ficaria entusiasmado com um filme produzido por Tim Burton, é porque não me conhecia. Sou avesso a filmes do estilo bizarro, principalmente do diretor. Mas isso mudou radicalmente quando conheci 9.

Já havia lido sobre esse filme a muitos anos atrás, no site do cinema em cena, e não me empolguei. Até que um amigo me passou o trailer. Vale salientar, o mais empolgante que já vi em muito tempo, alucinante e com uma música de fundo climática e única, que passa do som de um violão para guitarra em segundos, de uma forma que é difícil se desprender. E a perspectiva da câmera, associada ao visual 3-d da animação, parecia a de games da última geração (tanto que inicialmente achei que o filme havia migrado para os consoles).


Esse com certeza não é um filme para crianças. Cenas assustadoras como essa são marcas registradas de Tim Burton

Mas vamos a trama: um ser parecido com um boneco de pano desperta em um futuro apocalítico, apenas para descobrir que só existem mais oito de sua espécie, caçados por tipos de robôs. Ele decide então partir em busca da verdade, sobre o porquê das máquinas quererem sua extinção e a de seus amigos e para descobrir mais sobre seus "antepassados" humanos.

As vezes, se encher de espectativas por um filme após ver um trailer muito bom pode decepcionar (como foi o meu caso, em relação a Superman Returns), mas tenho uma boa intuição sobre esse. A historia, o estilo, tudo me agradaram. Quem sabe não mudo minha opinião sobre Tim Burton após essa película...

Enfim, vou deixar que você tire suas próprias conclusões:

Trailer legendado no Youtube (Eu ia hospedá-lo no blog, mas minha internet não quis ajudar. Talvez depois eu ajeite ¬¬):

http://www.youtube.com/watch?v=qKj6kVWPJtQ



SAIBA MAIS:
http://www.cinemaemcena.com.br/Ficha_Filme.aspx?ID_NOTICIA=
-1&ID_FILME=4628&aba=cinenews

quarta-feira, 29 de julho de 2009

My Name Is Earl

Earl e sua filosofia de vida: Faça coisas boas, e boas coisas acontecerão.



Brilhante, inovador, único. My Name Is Earl é tudo isso e muito mais. Criado em 20 de Setembro de 2005 pela NBC, o seriado rapidamente conquistou 6 pontos de ibope e 14,9 milhões só em seu episódio de estréia (nos E.U.A, temporadas são medidas por media de telespectadores).

Na trama, Earl Hickey (Jason Lee) é um trapaceiro desempregado, que vive de roubos junto com seu irmão Randy (Ethan Suplee) por diversão e para sustentar sua família, composta pela esposa adúltera Joy (Jaime Pressly) e os filhos ilegítimos, um calcasiano e outro negro. Até que um acidente, no momento em que consegue ganhar um bilhete premiado, o faz rever seus valores e criar uma lista para compensar cada pessoa que roubou ou fez mal, tudo através de uma interpretação simplista do Karma, ou seja, faça coisas boas e coisas boas acontecerão.

Os episódios são altamente criativos e originais, e mesmo temas repetidos são apresentados de forma nova e interessante ao telespectador, que é agraciado com temas carregados de humor e lições de vida comoventes como nunca se viu antes.


TEMPORADAS


A série tem ao todo quatro temporadas. Mesmo tendo uma razoável média de telespectadores nos Estado Unidos, fãs assíduos no todo o mundo e colecionado vários prêmios Emmy, foi cancelada em 2009. Mas falaremos sobre isso mais a frente.

A primeira temporada, composta de 24 episódios, é uma aula sobre como fazer um bom seriado, apresentando personagens carismáticos e identificáveis, e uma linha de história intrigante e complexa, que se manteve sem erros de continuidade, pelo menos até a terceira, a última que assisti. Sinceramente, não há um episódio fraco sequer.

Já a segunda, embora seja das três a mais fraca, salva-se ao apresentar episódios memoráveis, embora tenha desnecessariamente se prendido a uma subtrama cansativa e meio chata, apenas para resolvê-la no final da trama.

Felizmente, a terceira temporada resolve esse problema muito bem, apresentando vários arcos de subtrama. Ao contrário de seriados como Smallville e Heroes, que se prendem e martelam um tema por uma temporada inteira até cansar, o terceiro ano de My Name Is Earl mostra um arco de até seis episodios, passando para outra subtrama e assim sucessivamente.


CANCELAMENTO
Earl até tentou mudar para outro canal, mas terminou não dando certo. Uma pena...

Mesmo começando bem e angariando cinco Emmy´s, em 2006 e 2007, a série foi cancelada em 14 de Maio desse ano. O motivo aparentemente foram as constantes quedas de audiência, que em sua quarta temporada tinha em média 6,1 milhões de espectadores. Embora apresentada pela NBC, o seriado era produzido pela 20th Century Fox, que tentou negociar o seriado com outros canais a cabo, como a TBS e TNT. No entanto Ethan Suplee, o ator que encarna Randy Hickey, o irmão do protagonista, disse em seu Twitter que o seriado estava mesmo cancelado definitivamente.
O contrato com a TBS, a única que continuou na disputa, não seguiu em frente porque a emissora fora incapaz de fazer um acordo que não minasse a integridade artística da série. Algum tempo depois, um porta-voz da Fox anunciou que o seriado estava mesmo morto.

FINALIZANDO

My Name Is Earl é aquele programa que não só diverte, mas te faz pensar e ver a vida com outros olhos. É perfeito tanto para se ver sozinho como em grupo, pois só um episódio é capaz de levantar horas de boa conversa. Em tempos em que o clima "dark" em outra produções, sobretudo em Hollywood, estão em moda, é uma forma de mostrar que o melhor dos valores humanos ainda podem ser representados de forma instigante e sincera.

SAIBA MAIS

Site oficial: http://www.nbc.com/My_Name_Is_Earl/

Página no imdb (Internet Movie Database): http://www.imdb.com/title/tt0460091/

Site de um fã americano: http://www.mynameearl.com/

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Inimigos Públicos

Johnny Depp encarna gangster com maestria e é a melhor coisa do filme.



Nunca tive nada contra Johnny Depp. Embora seja um bom ator, nunca fui muito fã dele, nem de seu estilo de atuação, normalmente voltado para personagens bizarros. Mesmo abrindo os olhos para seu talento em Sweeny Todd (Onde me surpreendi nas cenas cantadas, onde Depp dá um show) ainda não havia conhecido um personagem diferente desse seu “padrão”. Até assistir Inimigos Públicos.

Baseado em fatos reais, durante a depressão americana, Johnny encarna o gângster John Dillinger, um ganancioso homem de passado difícil que realiza assaltos a banco e conquista tudo o que almeja. Sem nunca pensar no amanhã, Dillinger começa a perder tudo o que conquistou, amigos e material, sem, contudo, conseguir se livrar do seu jeito de viver. Atrás de seus rastros está Melvin Purvis (Christian Bale), que se tornará uma figura importante na lenda do mafioso.

Aqui, sou obrigado a dar o braço a torcer: Johnny Depp realmente é a alma e o coração do filme. Embora tenha cenas que exagerem para elevar seu personagem, há momentos em que o ator consegue fazê-lo com uma magnífica atuação, como quando tenta convencer a personagem vivida por Marion Cotillard e seu interesse amoroso há segui-lo. O sentimento que ele consegue passar também é digno de nota.


Já Christian Bale...

Já Christian Bale consegue provar mais uma vez que, embora seja competente, se ofusca quando atua ao lado de outros atores versáteis. Isso desequilibra o filme, pois mal conseguimos sentir o outro lado da trama por causa dessa limitação de Bale. O diretor Michael Mann, no entanto, nos entrega um filme de época perfeito, com trilhar sonora, ambientação e imersão impecáveis.

Trocando em miúdos, Inimigos Públicos é um grande filme, embora não tenha conseguido se dar bem nas bilheterias americanas. É uma daquelas películas que vale à pena ter em casa depois quando for lançado em DVD para rever sempre. Pelo menos é o que eu pretendo fazer nesse caso.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Prince of Persia The Sands of Time: o que esperar do filme?

"Defy the future" (desafie o futuro): Jack Gyllenhall como uma versão mais bombada do príncipe


Quando o Reboot da série Prince of Persia: The Sands of Time foi lançado, ninguém poderia imaginar que o jogo se tornaria um dos mais interessantes e originais games dos últimos anos. Com um sistema que permitia ao jogador retorceder alguns segundos no jogo para refazer ações, o jogo tornou-se um sucesso esmagador de público e crítica, arrebatando prêmios e fãs pelo mundo.

Esses últimos , alias, foram os primeiros a torcerem os narizes quando o Príncipe foi anunciado em uma adaptação aos cinemas. Não se pode julgá-los: ainda não existe uma versão cinematográfica de uma franquia gamística que tenha agradado a maioria, mesmo que tenha alcançado uma boa bilheteria. E quando as primeiras mudanças foram confirmadas, a polêmica só se atenuou.

Poucos detalhes são conhecidos, além do resumo oficial, mas aparentemente a história da película seguirá um caminho diferente do jogo. No segundo, o Príncipe, enganado, libera uma maldição que torna todos os habitantes do Reino em demônios, exceto ele próprio, a príncesa Farah (filha de um poderoso marajá derrotado pelo heroi e seu pai) e o Vizir, o grande vilão. Cabe ao herdeiro partir em uma jornada para ajeitar os estragos que fez. Agora, a trama supostamente ganhou ares mais políticos. Sai o Vizir, entra o irmão do rei, que o mata e coloca a culpa no primogênito do falecido monarca. Seu propósito é tornar-se o novo soberano da Pérsia.

O protagonista também ganhou um nome: Dastan (interpretado por Jack Gyllenhall, de Donnie Darko e O Segredo de Brockback Mountain) ao contrário do game, onde so era conhecido como "prince". A sinopse, como pôde se ver, também não menciona o papel das areias do tempo no filme. No entanto, ainda é cedo para os fãs tremerem: Além de poucas fotos, o trailer do longa ainda não tem previsão, e o mais importante: o argumentista do filme (ou seja, quem escreve seus diálogos) será Jordan Mechner, o criador do personagem.

Ainda é cedo para mostrar total decepção pelo filme. Até que mais material oficial seja mostrado e, principalmente, o filme possa ser visto, é prematuro prever se alcançará o mesmo êxito do aclamado game de mesmo nome.



Ben Kigsley com o (bisonho) visual do vilão Nizam.




Filme também ganhará prelúdio nos quadrinhos


Um mês antes da estréia nos cinemas, um graphic novel com seis histórias será lançado. Com desenhistas de peso como Todd Mcfarlane (Responsável pela imagem abaixo) e Cameron Stewart, a adaptação trará o criador da série, Jordan Mechner, nos roteiros. A editora será a Disney, que também é produtora da versão cinematográfica.





quarta-feira, 22 de julho de 2009

Um novo REcomeço

Já faz mais ou menos um ano desde que criei o "My Space" de mesmo nome. Mesmo atualizando-o com afinco (Bem, nem tanto...) tenho que admitir que ele terminou servindo mais como um projeto experimental, um bom projeto, diga-se de passagem. Depois, nunca gostei de passar o endereço para outros: sempre preferi que descobrissem, seja através de uma conversa ou fuçando pela internet, o que faço por hobby e como estilo de vida.
Enfim, precisava de um lugar mais organizado e acessível, e aqui estamos. Vamos dizer que mudei meus arquivos para uma sala melhor, onde não só eu, mas todos podem ter acesso mais livremente ao que escrevo.
A proposta aqui é escrever de tudo: de resenhas de filmes (que eu adoro e espero um dia poder trabalhar) à notícias relacionadas a qualquer coisa do mundo pop que seja de meu interesse, dividirei minha opinião com vocês. Claro, não só sobre esses assuntos como também sobre a vida, morte, o amor...
Benvindo a meu ponto de vista sobre as coisas. Se o que estiver aqui escrito puder acrescentar-lhe, divertir-lhe ou qualquer outro tipo de emoção positiva, então esse Blog terá cumprido sua missão de existir.